Quem Somos

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POST: 09/04/2014

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Postagem em 21 de janeiro de 2014

********************************************************************************Postagem em 11/12/2013

recesso

A ABRATA comunica que  seu recesso de final do ano, iniciará  no dia 23 de dezembro 2013 e retornará às atividades no dia 13 de janeiro de 2014.

Desejamos a todos Boas Festas !

*******************************************************************************Evite a depressão pós-aposentadoria 

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Luís Pereira Justo, vice-presidente da ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos) explica que a depressão pós-aposentadoria pode ocorrer em dois sentidos: “Às vezes uma pessoa se aposenta precocemente porque tem algum problema de saúde que não foi detectado e adequadamente tratado e a pessoa acaba se aposentando antes da hora e isso vai trazer problemas no futuro. A depressão é um desses problemas… Por outro lado, se a aposentadoria é encarada simplesmente como a interrupção completa das atividades da pessoa, isso vai tornar a pessoa mais vulnerável ao aparecimento de sintomas depressivos”. Planejamento de atividades e tratamento adequado de transtornos afetivos diagnosticados antes da aposentadoria são fundamentais. Realizar trabalho voluntário também pode contribuir para dar sentido à vida, estimular o autocuidado e o convívio social.

O vice-presidente da ABRATA lembra que hoje as pessoas vivem mais e que existem estudos que mostram que a aposentadoria precoce é desfavorável ao bem-estar geral da pessoa. Portanto, ela deve acontecer no momento adequado ao contexto sociocultural em que a pessoa vive. Além disso, é preciso investir em qualidade de vida. “A Sociedade Americana de Gerontologia tem um mote que eu acho muito interessante, que é: ´Desejamos ter mais anos na vida, mas também mais vida nos anos’”, cita Justo.

Sonia Palma, presidente do Conselho Científico da ABRATA, informa que a depressão pode se apresentar de formas diferentes entre os idosos e os mais jovens. Os idosos podem ficar mais irritados e com problemas de memória geralmente associados à idade e à aposentadoria mas que, na verdade, podem ser sintomas de quadros depressivos. Dificuldade de planejamento das tarefas e início de atividades, entre outros, também são sintomas possíveis. Tratamento indicado por especialistas é fundamental e pode incluir medicamentos, psicoterapia e participação em grupos de ajuda mútua como os da Abrata.

Mais informações sobre a ABRATA podem ser obtidas em www.abrata.org.br ou (11) 3256-4831.

Fonte: http://decaracomamaturidade.com.br/page_noticiaView.php?MATERIA_ID=347&SUBCATEGORIA_ID=1

POSTAGEM EM: 22/11/2013

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A ABRATA necessita de voluntários 

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ABRATA – Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos - é uma instituição sem fins lucrativos cuja missão é informar e oferecer apoio psicossocial para portadores de transtornos bipolares e depressão, seus familiares e amigos. A partir do trabalho realizado com a ajuda de voluntários, a associação busca reduzir o estigma e melhorar a qualidade de vida dos portadores de transtornos afetivos.

“Ela (a associação) oferece educação, oferece oportunidade de conversa nos grupos de apoio mútuo. Nós temos reuniões às terças-feiras e temos reuniões às quintas, à noite sempre. E nesses grupos atendemos separado portadores e familiares. As pessoas têm uma oportunidade única que é conversar com um igual. Contar das suas dificuldades, contar o momento que está passando e é muito importante, porque pessoas que já passaram por situações próximas encontraram uma saída e acabam sugerindo saídas”, explica a voluntária Flavia Rodrigues. Flavia conheceu a associação como portadora de depressão, há 5 anos, e hoje presta serviços como voluntária no local.

A voluntária Bernardete Araújo conta a sua história: “Eu tenho depressão, eu faço tratamento e eu fui muito ajudada quando cheguei aqui na ABRATA. Cheguei buscando ajuda. Aprendi muito com as palestras, cresci muito nos grupos de apoio e uma coisa que eu pensava na época é que, se algum dia eu ficasse bem, eu me recuperasse, voltasse à vida normal, eu seria voluntária, para ajudar as outras pessoas da forma como eu fui ajudada”.
O trabalho voluntário para a ABRATA pode ser realizado no próprio local.

Para mais informações, entre em contato com a associação por meio do formulário de contato disponível no site www.abrata.org.br, e-mail voluntarido@abrata.org.br ou telefone (11) 3256-4831.

Fonte: http://decaracomamaturidade.com.br/page_noticiaView.php?MATERIA_ID=348&SUBCATEGORIA_ID=1

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ABRATA: associação oferece suporte para familiares e portadores de transtornos do humor 

ABRATA: associação oferece suporte para familiares e portadores de transtornos do humor

Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (ABRATA) é uma instituição sem fins lucrativos, cuja missão principal é a difusão de informações sobre transtornos do humor, que são basicamente depressão e transtornos bipolares. A associação organiza grupos de apoio mútuo e encontros psicoeducacionais para portadores dos transtornos e familiares. “Algumas pessoas que têm transtorno bipolar ou depressão, no convívio na associação e nos grupos de autoajuda, foram capazes de identificar o autoestigma”, explica Helena Maria Calil, psiquiatra e membro do Conselho da ABRATA.

“Nós consideramos fundamental a difusão da informação, porque ela possibilita uma série de outras ações que se desdobram a partir daí, inclusive a busca pelo tratamento. A falta de informação faz com que muitas vezes a doença não seja identificada. E não sendo identificada, não será tratada, e as consequências na vida da pessoa serão muito importantes”, explica Luis Pereira Justo, Vice-Presidente da ABRATA.

A associação trabalha com o apoio de voluntários e parceiros, como a Prevent Senior. Também a partir do trabalho de voluntários, a ABRATA organizou um livreto com as 100 perguntas mais frequentes sobre depressão. As respostas foram elaboradas pelo Conselho Científico da associação e outros profissionais da área de saúde, em linguagem adequada para o público leigo.

Mais informações sobre os serviços oferecidos pela ABRATA podem ser obtidas emwww.abrata.org.br.

Fonte: http://decaracomamaturidade.com.br/page_noticiaView.php?MATERIA_ID=310&SUBCATEGORIA_ID=1

MENSAGEM DO PRESIDENTE DA ABRATA

Prezados Associados e Visitantes,

Já se vão três meses em que assumimos a diretoria da ABRATA. Foram três meses de muito trabalho para discutir a direção que a ABRATA deve seguir nos próximos anos.

Esse é um trabalho de formiguinha. Discute aqui, discute ali e lentamente as peças vão se encaixando. A ABRATA trabalha só com os voluntários, o que é muito bom, mas também exige muito tempo de discussão, pois todos trabalhamos e somos unidos pela mesma causa, mas as vezes imaginamos caminhos diferentes. Hoje formamos um grupo de 40 voluntários e estamos sempre precisando de mais, porque estamos crescendo.

Em nossa visão a ABRATA precisa ter atuação Nacional. Estamos trabalhando nisso. Temos um programa estruturado para a criação de Núcleos Regionais ABRATA. Deverão ser 10 até o fim do próximo ano. Vamos investir firme também no nosso Site. Esperamos meio milhão de visitas em 2014 de todo o Brasil.

A nossa Sede em São Paulo continuará atendendo portadores e familiares de bipolaridade e depressão com o mesmo entusiasmo de sempre, procurando oferecer o melhor apoio e educação aos seus associados.

Agradeço a gestão anterior por ter trabalhado com afinco para deixar uma ABRATA estruturada, com recursos disponíveis, preparada para o crescimento que todos desejamos.    E conto com a nossa equipe de voluntários. Esse time nos permite sonhar alto!

Obrigado e até a próxima,

Roberto Barth - Presidente da ABRATA

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sou voluntario

Ser voluntário!

O coração da ABRATA é o trabalho voluntário!

Temos uma causa comum fortalecida pela nossa MISSÃO e ainda pela sensação e sentimento de pertencimento a um grupo!  O trabalho voluntário nos dá o agradável sentimento de sermos úteis aos nossos iguais.

Precisamos de voluntários em diversas atividades, dentre elas:

 - Facilitadores de grupos, área administrativa, divulgação e captação de recursos, atendimento telefônico, recepção de pessoas, arquivamento de documentos, informática, etc.

Venha ser Voluntário da ABRATA!

Telefones: (11)3256-4698 – das 13h30 as 17h ou pelo e-mail voluntariado@abrata.org.br

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SER VOLUNTÁRIO

voluntario

O coração da ABRATA é o trabalho voluntário!

Hoje, somos cerca de 40 voluntários ativos que fazem a Associação pulsar.

A ABRATA é um caso de sucesso! E, tem como missão levar a educação e a informação acerca dos Transtorno do Humor: bipolaridade e depressão – além de oferecer, por exemplo, atividades como o Grupo de Apoio Mútuo e Encontro Psicoeducacional, ancorados pela ação voluntária.

O que nos faz ser voluntários da ABRATA?

Temos uma causa comum fortalecida pela nossa MISSÃO e ainda pela sensação e sentimento de pertencimento a um grupo!  O trabalho voluntário nos dá o agradável sentimento de sermos úteis aos nossos iguais.

Porém a ABRATA precisa e quer crescer!

Crescer regionalmente por meio do desenvolvimento dos núcleos ABRATA. Crescer na quantidade de atendimentos em nossa sede.  Crescer no ambiente digital: – Site, Blog e Facebook.

Precisamos de novos voluntários!

Pedimos a você que faça o exercício de convidar (e convencer) novos voluntários dentre as pessoas que você conhece e que de alguma maneira também estão conectadas ao Transtorno do Humor – bipolaridade e depressão. É uma fórmula simples, mas que pode trazer excelentes resultados para a ABRATA e também (e isso é muito importante) para os novos voluntários.

Aos interessados, por favor, enviar uma mensagem para voluntariado@abrata.org.br.

Precisamos de voluntários em diversas atividades, dentre elas:

- facilitadores de grupos, área administrativa, divulgação e captação de recursos, atendimento telefônico, recepção de pessoas, arquivamento de documentos, informática, etc.

Só um voluntariado forte e engajado pode fazer uma Abrata forte e nacional.

Entre em contato conosco!

LOGO ABRATA

Como a Abrata pode ajudar a pessoa com transtorno do humor

A Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos do Humor tem como um dos objetivos ministrar apoio psicossocial a todas as pessoas que apresentam qualquer tipo de transtorno do humor, bem como a seus familiares e amigos.

As atividades atuais da Abrata são:

  • Atendimentos telefônico e eletrônico;
  • Grupos de acolhimento;
  • Grupos de apoio mútuo para portadores;
  • Grupos de apoio mútuo para familiares;
  • Palestras psicoeducacionais;
  • Interatividade entre portadores e familiares;
  • Treinamento e suporte aos voluntários;
  • Elaboração e distribuição de material informativo.

www.abrata.org.br Fone: (55 11) 3256-4831

ABRATA - Apoio aos portadores de transtornos de humor

Os transtornos do humor -depressão e bipolaridade – atingem cerca de 1% da população brasileira. Essas doenças provocam uma alteração do humor e muitos portadores sofrem por serem mal compreendidos, incorretamente diagnosticados ou por falta de um tratamento adequado.

Entre a depressão e o transtorno bipolar do humor (TBH), o segundo é mais preocupante, embora o tratamento adequado com acompanhamento correto possa ajudar o portador dessa doença a ter uma vida produtiva, com mais qualidade. Os sintomas do TBH são alternados entre estados de ativação e perda de energia. O portador varia sensações de extrema euforia com intensa apatia que, em alguns momentos de pico, podem levar ao suicídio.

Visando melhor qualidade de vida, um grupo de profissionais da saúde mental do Grupo de Estudos de Doenças Afetivas (Gruda), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, criou a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata) há 13 anos. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos, coordenada por voluntários orientados por um Conselho Científico formado por médicos psiquiatras, psicólogos e profissionais da área da saúde mental.

Voluntários da ABRATA

Segundo o presidente da Abrata, Luis Russo, a instituição atua em várias frentes, por meio de palestras, cursos, workshops e eventos gratuitos, dentre eles, os Grupos de Apoio Mútuo,  que são realizados semanalmente em sua sede, na Vila Clementino. Participam dessas atividades os portadores, seus familiares e amigos.

No Grupo de Apoio Mútuo, os participantes compartilham suas experiências. “Isso possibilita uma melhor compreensão da doença porque o portador descobre que existem outras pessoas com os mesmos problemas no cotidiano”, explica Bernardete de Araújo, vice-presidente financeira e voluntária há sete anos, quando conheceu a associação por ser portadora de depressão. Russo complementa dizendo que este pertencimento, ajuda muito no tratamento biológico, neuroquímico e psicossocial, já que os portadores de TBH necessitam ser medicados por toda a vida

Como o ambiente familiar tem uma importância definitiva no tratamento, a Abrata criou a atividade identificada como “Interatividade”. Nela, familiares, amigos e portadores podem trocar impressões e experiências em grupo, por meio da técnica do psicodrama.

A instituição também se preocupa em esclarecer e desmitificar o TBH junto ao público em geral, por meio de uma ação psicoeducacional. São palestras ministradas por psiquiatra ou psicólogo com o intuito de educar sobre os sintomas, tratamentos e dificuldades enfrentadas pelos portadores e familiares.

Segundo Bernardete, cerca de 12 mil pessoas já assistiram às palestras psicoeducacionais, sete mil  foram atendidas por telefone e três mil participaram dos Grupos de Apoio Mútuo. Só no último ano, foram registrados mais de 48 mil acessos no website. “O mais importante é que a Abrata está disseminando o conhecimento sobre o transtorno do humor. Hoje, as pessoas estão mais esclarecidas e recorrem ao tratamento”, afirma ela.

RESULTADOS QUANTITATIVOS DAS ATIVIDADES DA ABRATA

Apresentamos os resultados quantitativos das atividades realizadas pela Equipe ABRATA em prol das pessoas com Transtornos do Humor e em atendimento à sua  Missão:  Informar e educar a sociedade sobre a natureza dos transtornos afetivos. Apoiar psicossocialmente os portadores de depressão, transtorno bipolar, seus familiares e amigos. Reduzir o estigma e melhorar a qualidade de vida dos portadores de transtornos afetivos.

 

A ABRATA foi fundada em 1999. De lá prá cá concentra esforços para ampliar a informação e dar suporte a portadores e familiares  sobre Transtornos do Humor.

Em São Paulo, na sua sede, a ABRATA realiza palestras, cursos, interatividade, grupos de apoio mútuo de portadores e de familiares. Já publicou livros e edita folhetos explicativos sobre Depressão, Transtorno Bipolar, Transtorno de Ansiedade, O Papel da Família, Suicídio. Forma voluntários para atividades gerais da associação, apoio a eventos e para a ação nos Grupos de Apoio Mútuo, com curso especializado, acompanhamento e suporte.

Tem um site voltado às informações da Associação, divulgação da Agenda, artigos e dicas a respeito da doença, sintomas, tratamento, comorbidades, com opiniões científicas de profissionais especializados.

E agora amplia seu raio de ação através deste BLOG. É a ABRATA mais próxima do público. Permite dinamizar inserção de textos com pronta resposta dos profissionais. E permite também a troca de ideias, o desabafo, a conversa entre iguais como se fala nos grupos de apoio mútuo para portadores ou para familiares.

Importante ressaltar que este espaço permite a troca de ideias, mas tem como objetivo central a INFORMAÇÃO. Não substitui a consulta aos profissionais, nem dá atendimento.

Em caso de necessidade, busque a ajuda do profissional que lhe atende. Se não tiver, não hesite em ir ao Pronto Socorro para buscar ajuda. Se a ideia é ter um alivio no sofrimento emocional, uma boa alternativa é conversar com alguém através do serviço telefônico do CVV que funciona 24h por dia – ou ir pessoalmente. Basta ligar para 141 ou conferir os endereços via site:  http://www.cvv.org.br

Visite nosso site, acompanhe este blog, dê sugestões. Ajude a formar a ABRATA VIRTUAL  – colabore na ampliação destas informações.

Equipe WEB ABRATA

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O presidente do Conselho Científico da ABRATA, Prof. Dr. Teng Chei Tung, ao falar sobre a importância das palestras Psicoeducacionais, afirma: “Os conceitos dos principais transtornos do humor, que são os transtornos depressivos e o transtorno afetivo bipolar, ainda são de difícil compreensão para o público leigo. Além disso, as possíveis causas e as dificuldades no tratamento são questões sempre importantes para pacientes portadores e familiares, sendo as respostas disponíveis na mídia em geral muito díspares e confusas. Esta apresentação tem por objetivo mostrar informações claras, objetivas e baseadas em evidências científicas consistentes, para melhorar a compreensão destes transtornos e, a partir desta compreensão, facilitar a adesão ao tratamento e aprimorar a evolução destes pacientes”.

Esta afirmativa se aplica ao BLOG que estamos ativando neste março de 2012 – uma ferramenta a mais para a informação e a interatividade virtual.

119 Respostas a Quem Somos

  1. Aline diz:

    Bom dia! Desde 2013 fui diagnosticada com bipolaridade, desde 2015 tomo regularmente o ácido volpróico e meus sintomas melhoraram muito. Mas ainda permaneço com leves alterações no sono, na energia para fazer as coisas e na motivação. Isso é normal? Ainda vou sentir as alterações de humor? Mesmo que de forma branda?

  2. Hamilton Skromov Medeiros diz:

    Boa tarde
    Acho que sempre fui bipolar, desde criança (08 anos) já tinha sintomas pré-sindrômicos como TOC, ansiedade, pânico, ira, etc…
    Comecei a me tratar há uns 10 anos (hj estou com 32) como depressivo unipolar, depois de um forte crise melancólica. De tantos antidepressivos que usei sem efeito os médicos chegaram à conclusão que eu era bipolar, considerando episódios claros de hipomania também.
    Meu prognostico é bem complicado, minha bipolaridade não é nenhum pouco clássica, é bem inusitada. Sintomas mistos, ciclagem rápida, comorbidades (asperger, tdah, ansiedade e suas variantes, etc…)
    Já passei por vários psiquiatras e tomei de tudo: Carbamazepina, ISRS(vários), Triciclico(Anafranil), Inibidores de recaptação de dopamina (Bup), Divalproato de sódio, Lamotrigina, Lítio, Aristab, Riss, Seroquel, ou seja todas as classes de medicamentos. Nenhum destes me estabilizou, me deixavam dopado, sem tesão, antissocial, fadigado, pensamentos suicidas, além dos efeitos colaterais terríveis. Há pouco tempo resolvi parar com os remédios e a fadiga se transformou em vontade de fazer as coisas e a priori tudo havia melhorado, ledo engano, se por um lado estou mais confiante, inteligente e disposto, por outro, minha irritabilidade está altíssima, não consigo passar um dia sem brigar com alguém, nem eu me aguento.
    Não sei oque faço mais, o médico atual é excelente, me ouvi muito, seguiu todos os protocolos oficiais começando pelo lítio, passando pelos anticonvulsivantes, com antidepressivos de suporte, terminando nos antipsicóticos. O fracasso não é culpa dele, são muitas coisas misturadas na minha mente e aconteceu que ficamos sem munição. Sugeri ser voluntário da famigerada eletroconvulsoterapia, só que ele disse que é muito difícil hospitais adotarem tais práticas devido ao maldito movimento anti manicomial. Não tenho grana pra me internar nem pra pagar o tratamento de choque em clinicas particulares.
    Não sei mais oque fazer, agora voltei aos medicamentos tomando a oxcarbazepina, acho que não trará muitos resultados, pois se nem a poderosa Lamotrigina deu conta, acho bem difícil a oxi surtir efeito na depressão.
    Por favor me orientem como proceder. Quero a eletroconvulsoterapia ou outro tratamento que não envolva remédios de preferência, estou traumatizado. Brinquei com o meu médico que aceito até lobotomia e trepanação, kkkkk
    Existe algum procedimento jurídico, que juntando o laudo do meu médico provando que todas as terapias falharam e que obrigue ao governo bancar o choque elétrico? Meu médico disse que me encaminharia para internação ou terapia de choque se eu quisesse.
    Preciso de orientação.
    Obrigado pela a atenção.

    Att.

    Hamilton Skromov Medeiros

    • Equipe Abrata diz:

      Olá Hamilton.

      A sua situação pode ser manejada via liminar, com um relatório médico e orientação de advogado, porém não temos ideia das chances de sucesso.

      De qualquer forma, é a decisão conjunta do médico com o paciente que deve direcionar a conduta e a postura a ser adotada.

      Um abraço,

      Equipe ABRATA “.

  3. George Keliton Rodrigues Dias diz:

    Ola
    Boa noite
    Gostaria de saber qual o dia da próxima reunião dos voluntários

    Grato
    GEORGE

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