Transtorno Bipolar – Estatísticas

Publicamos os dados estatísticos divulgados pela DBSA – Depression and Bipolar Support Alliance (EUA), identificados por meio dos estudos realizados em seus grupos de apoio mútuo e nos dados do NIMH – National Institute of Mental Health, organização mundialmente reconhecida pelos estudos acerca do transtorno mental.

A DBSA é liderada por pessoas com transtorno do humor e foi criada para as pessoas que vivem com um transtorno de humor. A DBSA tem como missão proporcionar a esperança, ajuda, apoio e educação para melhorar a vida das pessoas com transtornos de humor.

Quem é afetado pelo transtorno bipolar?

  • O transtorno bipolar afeta cerca de 5,7 milhões de adultos americanos, ou cerca de 2,6% da população dos EUA. (National Institute of Mental Health)
  • A idade média de início para o transtorno bipolar é de 25 anos (National Institute of Mental Health), embora a doença possa começar na infância ou tão tarde quanto aos 40 e 50 anos.
  • Um número igual de homens e mulheres desenvolvem a doença bipolar e, é encontrado em todas as idades, raças, etnias e classes sociais.
  • Mais de dois terços das pessoas com transtorno bipolar têm pelo menos um parente próximo com a doença ou com depressão maior unipolar, indicando que a doença tem um componente hereditário. (Instituto Nacional de Saúde Mental)

Mulheres e Transtorno Bipolar

  • Embora o transtorno bipolar é igualmente comum em homens e mulheres, a pesquisa indica que cerca de três vezes mais mulheres do que homens experimentam ciclagem rápida. (Journal of Clinical Psychiatry, 58, 1995 [Suppl.15])
  • Outros resultados da pesquisa indicam que as mulheres com transtorno bipolar podem ter mais episódios depressivos e episódios mistos do que os homens com a doença. (Journal of Clinical Psychiatry, 58, 1995 [Suppl.15])

Fatores Econômicos

  • O transtorno bipolar é a sexta principal causa de incapacidade no mundo. (Organização Mundial da Saúde)

Suicídio e Transtorno Bipolar

  • Transtorno bipolar resulta na redução de 9,2 anos na expectativa de vida, e como muitos, um em cada cinco pacientes com transtorno bipolar poderá chegar ao suicídio. (National Institute of Mental Health)
  • Crianças e Adolescentes
  • O transtorno bipolar é mais susceptível de afetar os filhos de pais que têm o TB. Quando um dos pais tem transtorno bipolar, o risco para cada criança é 15 a 30%. Quando ambos os pais têm a doença bipolar, o risco aumenta para 50 a 75%. (National Institute of Mental Health)
  • Transtorno Bipolar pode ser pelo menos tão comum entre os jovens quanto entre os adultos. Em recente estudo do NIMH (National Institute of Mental Health), um por cento dos adolescentes entre 14 e 18 anos foram identificados, segundos os critérios, para manifestar o transtorno bipolar ou ciclotimia em sua vida. (National Institute of Mental Health)
  • Cerca de 20% dos adolescentes com depressão maior poderão desenvolver o transtorno bipolar em cerca de cinco anos, após o início da depressão. (Birmaher, B., “Childhood and Adolescent Depression: A Review of the Past 10 Years.” Part I, 1995))
  • Até um terço dos 3,4 milhões de crianças e adolescentes com depressão nos Estados Unidos podem, realmente, experimentar o início precoce do transtorno bipolar. (American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, 1997)
  • Quando maníacas, crianças e adolescentes, em contraste com os adultos, são mais propensos a serem irritáveis e propensos a explosões destrutivas do que serem exaltados ou eufóricos. Quando pressionados, podem ocorrer muitas queixas físicas, como dores de cabeça, dores de estômago e ou cansaço; mau desempenho na escola, irritabilidade, isolamento social, e extrema sensibilidade à rejeição ou fracasso. (National Institute of Mental Health).

O tratamento para a doença bipolar

  • As taxas de sucesso de 70 a 85% eram esperadas com lítio para o tratamento da fase aguda da mania, no entanto, as taxas de resposta de lítio de apenas 40 a 50%, atualmente são comuns. (Surgeon General Report for Mental Health)
  • A participação em um grupo de apoio mútuo pela pessoa portadora, melhorou a adesão ao tratamento por quase 86% e reduziu a internação hospitalar. (DBSA, 1999)
  • Indivíduos portadores do transtorno bipolar podem enfrentar até dez anos, lidando com os sintomas da doença, antes de obter um diagnóstico preciso, sendo que apenas um em cada quatro devem receber um diagnóstico preciso em menos de três anos. (DBSA, 2000)
  • Um viés de gênero existe no diagnóstico de transtorno bipolar: as mulheres são muito mais propensas a serem diagnosticadas com depressão e os homens são muito mais propensos a serem diagnosticados com esquizofrenia. (DBSA, 2000)
  • Quase 9 em cada 10 pessoas com transtorno bipolar estão satisfeitos com a sua medicação atual, embora os efeitos colaterais continuam sendo um problema. (DBSA, 1999)
  • Os portadores que relatam altos níveis de satisfação com o seu tratamento e com o profissional da saúde têm uma visão muito mais positiva sobre a sua doença e a sua capacidade de lidar com ela. (DBSA, 1999)

Fonte:

http://www.dbsalliance.org/site/PageServerpagename=education_statistics_bipolardisorder

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Pesquisa analisa afastamento do trabalho por depressão

C4D253A8A39DA60742C45FC997DBAO número de pessoas que se afastam do ambiente de trabalho em decorrência de problemas de saúde mental é crescente. Estatísticas do Ministério da Previdência Social revelam uma maior quantidade de pagamentos de auxílio-doença para os trabalhadores. Em 2010, dos 100 transtornos classificados como mentais e de comportamento, só os episódios depressivos e transtorno depressivo recorrente representaram 40,7% dos benefícios concedidos.

Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 50 pessoas, entre servidores técnico-administrativos e professores, se afastaram do trabalho devido à depressão entre julho e dezembro de 2009. Em 2010, a psicóloga de Recursos Humanos do Serviço Social do Comércio de Santa Catarina (SESC/SC), Gabriela Cavalheiro, analisou alguns desses casos e fez sua dissertação sobre os sentidos que os trabalhadores afastados atribuem ao seu ofício. A psicóloga avaliou 50 prontuários, sendo que, desse total, 36 foram utilizados para o estudo. Por fim, oito participantes foram considerados aptos e/ou aceitaram participar de uma entrevista individual.

Cavalheiro constatou que todos os que participaram do estudo concebem a profissão como emprego e de forma geralmente positiva. Os entrevistados atribuíram a seu trabalho sentidos como a “contribuição social de sua atividade” e “fonte de saúde, de prazer, de oportunidade de estar com as pessoas”. O estudo ainda mostra que o próprio afastamento do ambiente da organizacional, na maioria dos casos, interferiu nos relacionamentos dos indivíduos e afetou seus sentidos de utilidade e independência.

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A maior parte desses trabalhadores tinha o diagnóstico de depressão há cinco anos. O caso mais comum é a depressão recorrente, caracterizado por episódios depressivos constantes, ansiedade, pânico e transtornos de adaptação. A autora notou que os sintomas mais citados pelos pacientes eram “vontade de chorar, angústia, ansiedade, insônia, necessidade de isolamento e presença de pânico ou medo grande de enfrentar situações”. Um dos entrevistados, que sofre de transtorno depressivo recorrente, conta o que sentia. “De repente tudo perdeu o sentido, não tinha vontade de fazer nada, perdi a vontade de viver; precisava de isolamento, não queria falar com ninguém, ficava no escuro, não queria ver ninguém, se as pessoas ficavam preocupadas, me incomodava, brigava”, relata um servidor técnico-administrativo da UFSC, à época com 58 anos.

Preconceito

O tratamento para depressão é geralmente feito a partir da prescrição de medicamentos.  Conforme cita a pesquisadora, 70% dos pacientes tomam algum tipo de remédio para tratar a doença. Os casos analisados na pesquisa mostram que eles usam, em média, três medicamentos ao mesmo tempo. Os principais são antidepressivos e ansiolíticos, para ansiedade. A autora cita em sua dissertação que “no predomínio da concepção médica e estímulo ao uso de medicação como recurso conhecido para o alívio de males da sociedade contemporânea, parece existir uma aceitação generalizada que aprova o tratamento medicamentoso como conhecido para a resolução de problemas, tal qual a depressão”.

No ambiente de trabalho, a pessoa diagnosticada com depressão pode acabar se atrasando ou faltando mais, não consegue produzir e não se sente competente para realizar determinadas atividades. Em alguns casos, os trabalhadores são afastados de seu exercício profissional. Na pesquisa feita por Cavalheiro, 91% dos entrevistados se afastaram por um período longo, de 30 a 120 dias. Uma pessoa pode ficar afastada por mais ou menos tempo, dependendo do agravamento do quadro depressivo e das dificuldades em se recuperar. Alguns não querem voltar a trabalhar e estendem esse período até poderem se aposentar. De acordo com o estudo, “o sistema vigente parece assegurar o afastamento do trabalhador, que já não desempenha adequadamente suas funções, como meio de solucionar o problema”.

A legislação brasileira, por sua vez, não considera a depressão especificamente como doença profissional ou do trabalho. Pelo decreto 3048, de maio de 1999, que lista os transtornos mentais e comportamentais, só classifica doença ocupacional quando os episódios depressivos estiverem associados com exposição a produtos químicos.

Cavalheiro atenta para a falta de conhecimento da população sobre a depressão e o preconceito gerado em torno da doença. “Parece que a sociedade atual encontra-se diante de um paradoxo, tudo pode ser considerado depressão – tristeza, cansaço, falta de motivação ou de ânimo, estresse – que justifique a necessidade de tomar medicação para diminuir ou cessar o sintoma. Por outro lado, nada é depressão, ou seja, nada é verdadeiro ou suficiente para que justifique a necessidade de parar, de não trabalhar”. O depoimento de uma das entrevistadas, diagnosticada com transtorno depressivo recorrente e ansiedade generalizada, exemplifica essa situação. “Acho que as pessoas não entendem o que se passa na depressão, não sei se as pessoas olham pra mim e acham que está tudo bem, mas às vezes você chora a noite toda e pensa em se matar e depois, no outro dia, você percebe que não é tão ruim assim, que não é nada daquilo, toma um banho e continua a vida, a depressão é assim, as pessoas não entendem”, conta uma professora da UFSC, à época com 45 anos.

Conforme citado na pesquisa, esse preconceito acaba afirmando o estereótipo da pessoa que não trabalha. O não trabalhar faz com que se fique à mercê da sociedade e dificulta inclusive o retorno ao ambiente de trabalho.

Fonte: http://www.cienciaempauta.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=62:pesquisa-analisa-afastamento-do-trabalho-por-depressao&catid=8:saude&Itemid=14

Escrito por: Jornalista Jéssica Fuchs

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Como ajudar alguém com Transtorno do Humor: Depressão e Bipolaridade

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Os transtornos do humor, como depressão e transtorno bipolar, afetam milhões de pessoas. Familiares e amigos também são afetados de alguma forma.

Se um ente querido, um familiar, tem o transtorno de humor, você também pode se sentir desamparado, oprimido, confuso e sem esperanças, ou ainda você pode se sentir magoado, irritado, frustrado e com ressentimentos. Você também pode vir a ter sentimentos de culpa, vergonha e solidão, ou sentimentos de tristeza, cansaço e medo. Todos esses sentimentos são normais.

O Que Você Precisa Saber

  • A doença de um ente querido, não é culpa sua e nem dele.
  • Você não pode curar o seu familiar, mas pode lhe oferecer apoio, compreensão e esperança.
  • Cada pessoa apresenta o transtorno de humor de uma forma diferente, com sintomas também diferentes. Isto é, varia de pessoa para pessoa.
  • A melhor maneira de você saber sobre o que o seu familiar portador do transtorno bipolar necessita, o ideal é perguntar diretamente para ele e buscar mais conhecimentos acerca da doença.

O Que Você Precisa Saber:

  • Informação:  contatos do psiquiatra, terapeuta do familiar portador, o seu hospital local para atendimento, e sobre os membros da família de confiança que podem ajudar em uma crise/episódio e os amigos de contato. (Incluindo os números de emergência médica, caso seja necessário)
  • Se você é ou não é uma pessoa autorizada a falar com o psiquiatra do seu ente querido, sobre o tratamento, e se isso não puder acontecer, o que fazer para receber a autorização.
  • Quais são as instruções especiais para os tratamentos e medicamentos que o seu familiar recebe, quais as dosagens, e quaisquer mudanças necessárias na dieta ou da atividade de vida diária.
  • Quais são os sinais mais prováveis de aviso de que um episódio maníaco ou depressivo se aproxima (tais como palavras ou comportamentos), e o que você pode fazer para ajudar nestes momentos.
  • Que tipo de ajuda pode oferecer diariamente, como apoiar nas tarefas domésticas ou ajudar com as compras.
  • Peça esclarecimentos de coisas que você não entende, de forma tranquila, educada e firme para a equipe de saúde, para cuidadores.  Como também escrever as coisas para se lembrar.

O que dizer para ajudar

  • Você não está sozinho(a) nessa. Conte conosco, conte comigo.
  • Entendo que é uma doença real, que traz pensamentos e sentimentos.
  • Você pode não acreditar agora, mas a maneira como você se sente mudará.
  • Talvez eu não consiga entender exatamente como você se sente, mas eu te amo e quero lhe ajudar.
  • Quando você pensar em desistir, pense que em apenas um dia, hora ou minuto, você poderá aproveitar o sucesso.
  • Você é importante para mim. Sua vida é importante para mim.
  • Diga-me o que posso fazer agora para lhe ajudar.
  • Nós vamos passar por isso juntos.

O que você deve evitar dizer:

  • É tudo sua imaginação.
  • Todos nós temos momentos como este.
  • Você vai ficar bem. Pare de se preocupar.
  • Olhe para o lado positivo.
  • Você tem tantas coisas para viver. Por que você quer morrer?
  • Eu não posso fazer nada sobre a sua situação.
  • Deixe isso.
  • Pare de agir como um louco.
  • E você? Não deveria estar melhor agora?

O que fazer se alguém está em crise

Algumas pessoas são estabilizadas rapidamente após o início do tratamento medicamentoso, outros levam mais tempo e precisam tentar vários tratamentos, drogas ou combinações de drogas antes de se sentir melhor. A psicoterapia pode ser útil para ajudar controlar e entender os sintomas no momento.

Se o seu amigo ou familiar enfrenta desafios no tratamento, apoio e paciência são necessários mais do que nunca. A educação pode ajudá-lo tanto para encontrar opções disponíveis e como ajudá-lo a decidir se você precisa de uma segunda opinião. Ajude o seu ente querido para tomar os medicamentos como foram orientados, e não assumir que a pessoa não está seguindo o plano de tratamento só porque você não está se sentindo 100% melhor.

Há uma esperança

Como amigo ou parente de alguém que está lutando com transtorno bipolar ou depressão, o seu apoio é uma parte importante no processo de melhoria e recuperação. Não perca a esperança! O tratamento para o transtorno de humor funciona, e a maioria das pessoas portadoras podem voltar a levar vidas produtivas e estáveis. Continue trabalhando com seu ente querido, juntamente com os provedores de cuidados de saúde para encontrar os tratamentos que funcionam, e sempre lembrar ao seu parente ou amigo portador que ele tem o seu apoio.

Fonte: http://www.dbsalliance.org/site/PageServerpagename=esp_about_helping

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Depressão atrapalha carreira, mas sintomas são ignorados

A maioria dos profissionais brasileiros não associa a depressão a sintomas cognitivos apresentados por quem tem o transtorno. São sinais que impactam diretamente na rotina de trabalho, como dificuldade de concentração, a indecisão e o esquecimento. É o que indica um estudo do instituto Ipsos Mori.

O estudo mostra que 53% dos profissionais que têm depressão apresentem ao menos dois desses sintomas, mas só 34% das pessoas em geral os associam à doença.

O choro sem razão e a perda de interesse nas atividades cotidianas são citados pela maioria como as principais características da depressão.

O estudo ouviu 1.000 trabalhadores com idades entre 16 e 64 anos.

DEPRESSAO FOLHA ABRILEfeitos da depressão: Sintomas apresentados por profissionais brasileiros

Segundo Wang Yuan-Pang, psiquiatra do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, a associação de sintomas cognitivos com a depressão é mais recente.

“Não se dava atenção a isso, mas nos últimos cinco anos vimos que esses sintomas são mais frequentes do que imaginávamos”, diz.

A editora de vídeos Carla Ferreira, 46, recebeu o diagnóstico de depressão no ano passado e já sentiu o impacto desses sintomas na sua rotina de trabalho.

“A dificuldade de concentração atrapalha. Às vezes eu esquecia detalhes na edição de reportagens e também não lembrava de passar recados.”

Apesar de médicos cogitarem seu afastamento, Ferreira preferiu continuar no emprego -segundo a pesquisa, 73% dos profissionais continuaram trabalhando no último episódio de depressão.

FOLHA DEPRESSAO CARLA

Carla Ferreira da Silva recebeu o diagnóstico de depressão no ano passado

“Grande parte das pessoas que sofrem do problema não tira licença ou não revela que não têm condições de continuar. É que os sintomas cognitivos são mais fáceis de ocultar”, explica Wang.

AFASTAMENTO

Ainda assim, os dados mostram que um terço dos entrevistados diagnosticados com a doença já teve que se ausentar do trabalho em algum momento.

Dados do INSS indicam que o número de benefícios de auxílio-doença concedidos por conta da depressão cresceu 6% entre 2012 e 2013 -no ano passado, foram 81.845 concessões.
“O INSS está mais rigoroso para essa concessão, mas o número de afastamentos continua crescendo”, diz Wang.

Para Duílio Antero de Camargo, psiquiatra e médico do trabalho, o fato de o funcionário trabalhar mesmo apresentando sintomas da doença (presenteísmo), pode custar mais para a empresa do que quando ele se ausenta (absenteísmo). Isso porque o profissional não tem a mesma produtividade.

Elaine Cristina Carvalho, 49, está entre os 25% dos profissionais que já tiveram que tirar uma licença.

Ela era funcionária de uma empresa de telemarketing quando recebeu o diagnóstico de depressão, ansiedade e síndrome do pânico em 2008.

“Passei mal pela primeira vez no trabalho. Com o diagnóstico, o médico me deu o atestado de afastamento, mas a empresa não o aceitou.”

Segundo ela, o setor de recursos humanos da companhia alegava que “depressão não é motivo para se afastar”.

“Tive que me demitir. Saí sem direito nenhum e estou desde então fora do mercado de trabalho”, explica.

FOLHA DEPRESSAO MULHER

Elaine Cristina Carvalho está fora do mercado de trabalho há cinco anos.

Eduardo Vieira, 34, é funcionário público e atuava na área de educação quando recebeu o diagnóstico de transtorno misto de depressão e ansiedade.

Ele diz que o problema foi desencadeado por não ter conseguido se adaptar a um novo local de trabalho. O afastamento fez com que uma função adicional de sua responsabilidade fosse cessada, assim como parte de sua remuneração.

“Não conseguia mais ir trabalhar. Estou afastado desde maio do ano passado e não pretendo voltar para a área da educação”, conta.

Para Clarice Gorenstein, professora do departamento de farmacologia da USP, as empresas precisam implementar políticas para casos de depressão.

“A baixa de produtividade decorrente da depressão já é reconhecida. O que as empresas precisam é implementar políticas para lidar com esses efeitos, principalmente de cunho educacional.”

Fonte: Jornal Folha SP – 06/04/2014 - Reportagem: Felipe Maia, Editor-Adjunto  de  “Carreiras”, Bárabara Libório, de SP. DE .

http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2014/04/1436138-depressao-causa-indecisao-e-prejudica-raciocinio-mas-sintomas-sao-ignorados.shtml

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4º Concurso Internacional de Redação para Estudantes do Ensino Médio

ISBF

O Concurso Internacional de Redação para Estudantes do Ensino Médio com o objetivo de apagar o estigma associado à doença mental através da educação está aberto!

Até  25/04/2014

O Concurso é parte da missão da International Bipolar Foundation e está aberto à todos os estudantes do ensino médio.

“Nossa esperança”, diz o sr. Walker, presidente e cofundador da International Bipolar Foundation, “é que os estudantes se interessem em ganhar o prêmio e assim pesquisem sobre o estigma para escrever a redação. Ao fazer isso nós estaremos educando muitos jovens e com sorte, mudando sua percepção sobre doença mental”.

As redações serão julgadas por um grupo de autores que escrevem sobre transtorno bipolar e doença mental.

O vencedor será anunciado em maio, mês da Saúde Mental. 

Estudantes de todo o mundo estão convidados a participar!

Para mais informações sobre a International Bipolar Foundation ou para receber as regras da redação e o formulário de inscrição, clique em: http://ibpf.org/2014-essay-contest  

Participe e ganhe US$500!  (aproximadamente R$1.170,00)

CONCURSO DE REDAÇÃO 2014

4o Concurso internacional de Redação para estudantes do Ensino Médio

Prêmios

1o Lugar – US$500

2o Lugar – US$100

Escolha um dos três temas:

  • Como a doença mental é encarada na cidade onde você mora, cultural e socialmente?
  • Como você pode ajudar um amigo ou alguém de sua família que tenha Transtorno Bipolar?
  • Como a mídia influencia o estigma contra o Transtorno Bipolar e outras doenças mentais?

Regras

  • O concurso é aberto a todos os estudantes do ensino médio
  • O trabalho deve ser original, conter no máximo 500 palavras e ser escrito em inglês usando fonte Times New Roman tamanho 12 e espaço duplo
  • O 1o e 2o lugares serão escolhidos por comitê de jurados
  • As redações se tornarão propriedade da International Bipolar Foudation
  • Internacional de Transtorno Bipolar e não serão devolvidas
  • Os participantes devem concordar e permitir que a International Bipolar Foundation publique a redação

Formulário de inscrição: http://ibpf.org/registration-form

Favor enviar a redação e o formulário de inscrição para: International Bipolar Foundation

8895 Towne Centre Drive, Suite 105-360 - San Diego, CA 92122 USA

Ou para o email ajacobs@ibpf.org até 25/04/2014  incluindo o seu nome, endereço, email e número de telefone.

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FORÇA PARA HOJE, ESPERANÇA PARA AMANHÃ!

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O Transtorno Bipolar é uma doença mental que afeta cerca de 27 milhões de pessoas em todo o mundo. Ela representa um desafio significativo para os portadores, seus familiares, profissionais de saúde e a sociedade. (NIMH – National Institute of Mental Health – EUA)

Enquanto a crescente aceitação do transtorno bipolar como uma condição médica, como diabetes e doenças do coração, vem se estabelecendo em algumas partes do mundo, infelizmente, o estigma associado à doença crônica ainda é uma barreira à busca de cuidados e continua a impedir o diagnóstico e tratamento eficaz. Apesar do número alarmante de pessoas afetadas por doença mental, as estatísticas mostram que apenas um terço destes indivíduos procuram tratamento. De acordo com Dr. Thomas Insel, diretor do NIMH (National Institute of Mental Health – EUA, a psiquiatria é a única parte da medicina onde, realmente, o estigma é maior para quem recebe tratamento para estas doenças do que para quem as tem.

Neste cenário mundial, a ABRATA – Associação Brasileia de Familiares e Amigos e Portadores de Transtorno Afetivo, vem atuando nestes seus 14 anos de existência com a missão de educar sobre a natureza dos transtornos afetivos, apoiar os portadores de depressão e transtorno bipolar, seus familiares e amigos e busca reduzir o estigma em relação à essas doenças mentais. Observando estes princípios a ABRATA se uniu à inúmeras organizações internacionais para o lançamento, HOJE, 30 de março de 2014, do Dia Mundial do Transtorno Bipolar.

Neste ano de lançamento atuamos ativamente nas campanhas de divulgação da data alusiva à doença, tendo como objetivo atrair a atenção no país para o Transtorno Bipolar e consequentemente favorecer a redução do estigma social e e educar a sociedade brasileira, melhorando desta forma   aceitação da doença.

O desejo da ABRATA e de todas as demais organizações que se uniram nesta iniciativa é que a cada ano a campanha se fortaleça, mais associações, governos, portadores, familiares e profissionais da área de saúde se agreguem formando um força mundial para a redução do estigma social, do estigma familiar e do autoestigma à doença mental.  E ainda, essencialmente, que o mundo aceite e amplie o convívio, sem barreiras, com a pessoa portadora do Transtorno Bipolar e seus familiares.

Que todas as pessoas com doença mental tenham garantido o seu direito de acesso ao diagnóstico, tratamento com qualidade e medicação! 

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Viver (bem) com uma doença crônica

O belo poema foi escrito por uma pessoa portadora do Transtorno do Humor que o publicou em homenagem a data comemorativa do Dia Mundial do Transtorno Bipolar, atraves do site da International  Bipolar Foundation.

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O outro lado da mágoa é o curar-se. 
O outro lado da escuridão é uma nova visão.
O outro lado da provação é a vitória.
O outro lado do pesar é o crescer interior.
O outro lado da dor são as possibilidades.
O outro lado da perda é a experiência.
O outro lado das lesões é a sabedoria.
O outro lado da impotência é a força 
O outro lado das lágrimas é coragem 
O outro lado dos equívocos é a maturidade 
Nunca desista, e você nunca será derrotado. 
Não importa qual o desafio, 
Haverá sempre o outro lado. 

Cory Booker
(tradução livre de Flávio Mussa Tavares,)

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Dia Mundial do Transtorno Bipolar – World Bipolar Day

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Chamada a Ação 

O Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day) – uma iniciativa da Asian Network of Bipolar Disorder (ANBD), da International Bipolar Foundation (IBPF) e da International Society for Bipolar Disorders (ISBD) – será comemorado, anualmente, no dia 30 de março, aniversário do pintor Vincent Van Gogh, diagnosticado, postumamente, como provavelmente portador do transtorno bipolar.

A visão do Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day) é atrair a atenção mundial para o Transtorno Bipolar e eliminar o estigma social. Por meio da colaboração de organizações e associações internacionais, o objetivo do Dia Mundial do Transtorno Bipolar é levar à população mundial informação sobre o Transtorno Bipolar com a finalidade de educá-la e assim melhorar a aceitação da doença.

Cada uma das organizações e associações está incentivando seus membros, parceiros e afiliados a organizar eventos locais relacionados à esta data.

Exemplos de atividades para organizações e associações bem como para pessoas que individualmente desejem realizá-las, incluem sem se restringir somente a eles, os seguintes:

Organizações

• Usar seus canais de mídia social envolvendo a sua rede através do Facebook, Blog e Twitter.

• Website – Colocar a logomarca do Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD) em seu site e postar um pequeno artigo sobre o Dia Mundial do Transtorno Bipolar.

• Produzir um vídeo sobre o impacto do Transtorno Bipolar em seu país e abrir um canal de comunicação através do qual as pessoas possam informar suas necessidades na condição de portadores, familiares e amigos de portadores, as quais serão levadas às instituições e autoridades governamentais com o objetivo de obter soluções.

• Organizar um seminário virtual que possa ser acessado ao vivo em homenagem ao Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day), com especialistas fornecendo atualizações e informações sobre o transtorno bipolar.

• Organizar um evento com grupos locais de apoio à portadores, familiares e amigos de portadores para divulgar informações sobre o Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day).

• Promover a divulgação de um artigo em seu jornal local/nacional.

• Distribuir folhetos sobre o Dia Mundial de Transtorno Bipolar (WBD- World Bipolar Day) em sua comunidade, especialmente em hospitais e centros clínicos e redes de saúde mental, como o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial).

• Organizar um evento educacional para os portadores, familiares e público em geral.

• Coletar mensagens personalizadas (depoimentos) em homenagem ao Dia Mundial de Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day) e apresentá-los no site da sua organização.

Indivíduos

• Organizar um almoço ou um pequeno evento em seu local de trabalho e apresentar informações sobre o transtorno bipolar.

• Participar de programas nas rádios locais para fornecer informações educativas sobre o transtorno bipolar.

• Divulgar como seguir e curtir o Dia Mundial de Transtorno Bipolar (WBD) no Facebook (www.facebook.com/worldbipolarday).

• Adicionar em sua assinatura de e-mail a logomarca do Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day).

• Partilhar a sua mensagem de esperança na página do WBD no Facebook (www.facebook.com/worldbipolarday).

• Tuitar sobre Dia Mundial de Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day) usando o handle @WorldBipolarDay

À medida que a data – 30 de março – se aproxima encorajamos cada organização, associação, grupo de apoio e pessoas individualmente a organizar e divulgar os eventos locais, que poderão ser compartilhados com o mundo através de postagens realizadas na página WBD do Facebook (www.facebook.com/worldbipolarday). Além disso, a International Society for Bipolar Disorders (ISBD) hospedará os anúncios em uma seção especial do site dedicada ao Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day).

A página WBD – World Bipolar Day, receberá comunicados da imprensa sobre esses eventos, bem como fornecerá um espaço para postar fotos, estórias pessoais e compartilhar ideias com outras pessoas que partilham a visão do Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD).

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Para mais informações sobre Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day), ou para quaisquer perguntas, comentários ou anúncio de eventos, entre em contato com Jill Olds (jillo@isbd.org), ou com a ABRATA, em web@abrata.org.br.

 

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Consciência Através Dos Olhos De Van Gogh

 

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Todos nós sabemos da importância da conscientização sobre a saúde mental, e fazer a nossa parte para reduzir o estigma que ainda envolve os distúrbios como a bipolaridade. Dia 30 de março, escolhido para ser Dia Mundial do Transtorno Bipolar, também é o aniversário de Van Gogh, que é um conhecido artista impressionista holandês. Porque o dia do seu aniversário é o mesmo dia que elegemos para ser o dia do Transtorno Bipolar? Sabe-se que ele também tinha transtorno bipolar.

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Eu venho de uma longa jornada pessoal com uma bipolar, mas a bipolaridade ainda é parte de quem eu sou, mesmo que eu esteja estável. É por isso que acho que é tão importante continuar a falar e fazer todo o possível para remover o estigma social que ainda cerca a doença mental.

Antes de setembro de 2010, eu tinha apenas ouvido falar vagamente sobre Van Gogh. Foi então, ao atender à faculdade, decidi dar uma aula de arte, e foi aí que eu aprendi sobre este homem brilhante e artista plástico. Ele era um homem humilde, um homem que viu muita beleza neste mundo, mais do que qualquer pessoa. Para o nosso trabalho, foi necessário fazer uma pesquisa sobre um artista, escrever, fazer uma apresentação oral e criar a nossa própria obra de arte, incorporando o estilo do artista em nosso desenho. Então, escolhi Van Gogh. Eu amei sua arte e as suas cores e quando descobri que ele também sofreu com o transtorno bipolar, senti uma conexão pessoal com ele.

Sua arte era desconhecida durante a sua vida. Foi só depois de sua trágica morte, aos 37 anos, que o mundo veio conhecer a sua obra, e o quanto ele realmente era incrível. Que beleza ele retratou! Sua paixão pela arte era evidente em cada peça que pintou; cada peça mostrou como o seu trabalho era fascinante e a sua mente brilhante. Ele amava usar as cores vibrantes, pintou da forma que gostaria de ver o mundo. Fez ver a beleza na criação de Deus, mas foi difícil para ele ver a beleza em sua vida, porque sua vida estava envolta em uma escuridão, um profundo desespero. Ele queria ver o seu futuro através dessas cores, não a dor em sua mente. Ele era apaixonado pelo que fez. Pintou com forte e crua emoção. Encontrou a sua libertação através do seu amor em colocar o seu pincel na tela.

Mesmo em meio a loucura da sua mente, a sua pintura revela uma história diferente. Uma história de serenidade e beleza, ao contrário de qualquer outro artista. Somente pouco antes de sua morte, que as suas pinturas começaram a mostrar uma outra história.  É tão verdade quando dizem que uma pintura pode expressar mais que mil palavras, sem qualquer palavra falada, sua obra retratou um homem que estava desesperadamente à procura de algo para agarrar. Ele tinha um jeito próprio com o papel e o pincel para dar vida a tudo o que pintou. Enquanto as pinturas no final de sua vida expressam profunda tristeza por trás daqueles olhos, ele ainda tinham uma maneira de mostrar o seu desejo de regressar ao seu anterior momento estável.

Quero trazer à luz para a sua vida, compartilhar porque eu escolhi essa tema para a aula de arte e por isso é que eu senti a necessidade de escrever no meu blog sobre este artista brilhante. Ele era como nós, embora nossa jornada seja diferente, nós lutamos a mesma guerra interior em nossas mentes. Quero compartilhar um exemplo de sua vida, mas de uma maneira diferente, que você pode realmente ver o meu ponto de vista e o que eu estou tentando passar.

Num programa de TV foi apresentado o episódio “Vincent e o médico”, o foco era Van Gogh. Eu achei incrível que um programa de TV e os produtores poderiam fazer um episódio sobre este homem brilhante e também a forma de como eles retrataram a saúde mental sem estigmatizar, foi maravilhoso! A vida de Van Gogh teve um fim trágico quando ele tirou a própria vida em idade produtiva, aos 37 anos. No programa foram mostrando a diferença entre a genialidade e a saúde mental. O médico e seu companheiro viajaram para fora do seu tempo, para a época de Van Gogh, para tentar convencê-lo de não acabar com sua vida.  Lhe mostrar que a sua vida era importante, que ele realizou mais do que jamais pensamos que fosse possível, que ele era agora um dos melhores ou o melhor artista de todos os tempos. Eles o trouxeram de volta ao presente, para que ele pudesse ver a sua obra exibida em todos os museus. Ele deixou um legado incrível, mas não viveu para vê-lo, infelizmente, na época, a pesquisa para a saúde mental não era como ela é hoje. Quando eles viajaram de volta na esperança de que desta vez seria diferente, eles descobriram, que Van Gogh ainda pensava em terminar a sua vida.

O companheiro e médico tentaram convencer sua mente em torno da decisão. Como poderia, um homem, que tinha um talento e tanto para oferecer ao mundo, desistir de suas esperanças e dos seus sonhos? No entanto, infelizmente esta é a realidade que muitos enfrentam na vida real de hoje, que estão sofrendo em silêncio, que têm essas mentes brilhantes e muito a oferecer neste mundo, mas ainda não pode vê-la por si mesmos. Muitas vezes incapazes de obter a ajuda que necessitam, por isso a conscientização é tão vitalmente importante.

O mundo veio a conhecer este artista brilhante. E através do tempos percorremos um longo caminho, mas a pesquisa em saúde mental, ainda era tão distante. Para um programa produzir um episódio de uma pessoa que tem a doença mental de uma forma tão carinhosa, mostra que estamos fazendo progressos na sensibilização e desejo de que o estigma fique fora. Assim, como nós celebramos o aniversário de Van Gogh, não vamos apenas focar em seu trágico fim, mas o foco sobre o tipo de homem que ele era.

Lembre-se que temos presentes para oferecer neste mundo, você é brilhante em sua própria maneira bonita, não deixe que qualquer diagnóstico ou alguém tirar isso de você. A vida de Van Gogh nos mostra que podemos levar a nossa dor e transcendê-la em algo bonito, ele tinha um jeito de pintar emoções, visto que não conseguia encontrar as palavras para falar.

Então eu lhe pergunto como você, fora da doença, está tratando o estigma? Você está compartilhando a sua história?

Não se esconda atrás de sua dor, seja parte da mudança para apagar o estigma social de uma vez por todas.

Fonte: : http://ibpf.org/blog/awareness-through-eyes-van-gogh#sthash.dutMSUJF.dpuf

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Dia Mundial do Transtorno Bipolar

 

WBD_PORTUGUES

No dia 30 de março de 2014, será lançado o ano inaugural do Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day). Esta data é o dia do nascimento do pintor Vincent Van Gogh, que foi postumamente diagnosticado como sendo, provavelmente, portador do transtorno bipolar.

A visão do Dia Mundial do Transtorno Bipolar é de atrair a atenção mundial para os transtornos bipolares e eliminar o estigma social.

O objetivo do Dia Mundial do Transtorno Bipolar (WBD – World Bipolar Day), por meio da colaboração internacional, é levar mais informação a população mundial acerca dos transtornos bipolares para educar e melhorar a sensibilidade em relação a doença.

No Brasil, a ABRATA apoia essa iniciativa de abrangência mundial e encoraja a cada um de vocês, voluntários, portadores, familiares e profissionais da saúde, a apoiar, divulgar e compartilhar as informações sobre este dia.

Fonte: ABRATA

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